A Marca da Besta

A Marca da Besta. "Eu saberei tudo sobre você, e eu controlarei tudo em você!"

Alguém disse abaixo que somos a última geração, ao que discordo, a permanecermos inertes e assistindo a tudo sem qualquer intervenção, com certeza seremos o início de uma nova geração de humanos. Sem a reação necessária, não há muito o que poucos possam fazer. Enquanto muitos só se preocuparem com as banalidades, com este falso pão e circo, os poderes manobram a tudo contra nós mesmos, para nos usar, para nos escravizar a sua conveniência. Um povo atento detém o total poder sobre todas as coisas, mas desgraçadamente a lavagem cerebral vinda de diversas fontes faz com que a imensa maioria sequer se preocupe, sequer perceba o que está ocorrendo em seu desfavor bem às claras. Para a desgraça das gerações que estão chegando, essa humanidade atual vê e não enxerga, ouve e não escuta, e será a única culpada pelo futuro controlado que eles receberão com herança. Por algum motivo eu tive de vir a este mundo, um mundo que eu vejo como maravilhoso, o que eu não suporto mais e mais a cada novo dia é o ser humano hipócrita, ganancioso, dominador, escravista e destruidor.


Bolsonaro e os miquinhos adestrados

COMO O PEIXE MORRE PELA SUA BOCA
"Conheceis a verdade e ela vos libertará !"
Entre as falácias e o oportunismo eleitoreiro,
e o conhecimento da Verdade, de fato.

" Agora, se permitir covardemente que os comunistas retornem ao poder, que o povo brasileiro seja perseguido e receba ameaças,, se não fizer o que foi eleito para fazer, honrosamente,
saberemos a quem culpar, não tenha a menor dúvida quanto a isso !

A OPORTUNIDADE DE SALVAR O BRASIL PARA SEMPRE É ÚNICA, PORTANTO, OUÇA A EXIGÊNCIA DO POVO HONESTO E DO BEM E USE-A !!!






O Peixe Morre Pela Sua Boca

Entre as falácias e o oportunismo eleitoreiro,
e o conhecimento da Verdade, de fato.

" Agora, se permitir covardemente que os comunistas retornem ao poder, que o povo brasileiro seja perseguido e receba ameaças,, se não fizer o que foi eleito para fazer, honrosamente,
saberemos a quem culpar, não tenha a menor dúvida quanto a isso !

A OPORTUNIDADE DE SALVAR O BRASIL PARA SEMPRE É ÚNICA, PORTANTO, OUÇA A EXIGÊNCIA
DO POVO HONESTO E DO BEM E USE-A !!!



Incorrendo em velhos erros ...

O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em seu relatório sobre movimentações atípicas na conta de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), identificou um pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa Econômica Federal.





Após o Coaf identificar movimentações suspeitas na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu um novo relatório ao órgão, dessa vez sobre o filho de Bolsonaro.

O novo relatório aponta que Flávio, hoje deputado estadual e eleito senador, recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro entre junho e julho de 2017. Os 48 depósitos em espécie foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj sempre no valor de R$ 2.000.

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a reclamação de violação do sigilo bancário não encontra respaldo na lei e na jurisprudência brasileira. A lei brasileira permite a comunicação entre o Ministério Público e o Coaf, e questionamentos similares ao de Flávio foram rejeitados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo STF (Supremo Tribunal Federal).


PSL - OS DEFECADORES DA CAGADA


A bancada é composta pelos deputados federais eleitos Daniel Silveira (RJ), Carla Zambelli (SP), Tio Trutis (MS), Felício Laterça (RJ), Bibo Nunes (RJ), Marcelo Freitas (MG), Sargento Gurgel (RJ), Aline Sleutjes (PR), Charlles Evangelista (MG) e Luis Miranda (DEM-DF) A senadora eleita Soraya Thronicke (PSL-MS) também integra a viagem, ao lado da deputada estadual Delegada Sheila (PSL-MG).


O bombardeio dos seguidores bolsonaristas – que, nesta quinta-feira, insuflados por Carvalho, acusaram a comitiva do PSL de querer “vender o Brasil para a China” e de serem “comunistas infiltrados na direita” – deixou os onze parlamentares do partido com o sentimento de terem sido atirados “na fogueira” para encobrir o que consideram um escândalo: o pedido do filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, ao Supremo Tribunal Federal, para ter foro privilegiado no caso em que seu motorista e assessor na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Fabrício Queiroz, é investigado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), de movimentar 1,2 milhão de reais de forma atípica.

“É muita coincidência que o ataque aos parlamentares do partido tenha ocorrido justamente no dia em que o Flávio tomou aquela decisão escandalosa de ir pedir ao ministro Luiz Fux que lhe desse foro privilegiado”, me disse o advogado Cleber Teixeira.

O advogado afirmou que o clima entre os deputados da comitiva era de revolta e indignação. A indignação dos parlamentares era ainda maior pelo fato de filhos do presidente – o deputado Eduardo Bolsonaro, eleito por São Paulo, e o vereador Carlos Bolsonaro, do Rio de Janeiro – terem “debochado” da comitiva. Carlos chegou a postar uma montagem com a deputada eleita Carla Zambelli segurando uma bandeira chinesa.

AMEAÇA/INTIMIDAÇÃO

Em seguida, Teixeira fez um alerta para o risco de este tipo de comportamento atrapalhar o governo na votação de reformas. “Imagina se estes parlamentares decidirem não votar com o governo?”, questionou ele. Teixeira afirmou ainda que, se os parlamentares não se sentirem confortáveis com o comportamento do Executivo, podem não votar as reformas. “Eles não darão carta branca a um governo em que não confiam.” E foi além. Disse que o presidente Jair Bolsonaro deveria controlar os filhos dele. “Todos nós respeitamos o Jair, mas não vamos aceitar esses ataques dos filhos dele. Isso não é uma monarquia. Ele não é rei e os filhos dele não são filhos do rei.”

Na quinta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia se encontrado com o embaixador da China para discutir investimentos do país asiático no Brasil.

Desde que chegaram em Pequim, os parlamentares foram massacrados por integrantes de grupos de WhatsApp e de outras redes sociais bolsonaristas. O incentivador mais popular dos ataques foi Olavo de Carvalho, que chamou os parlamentares de “jumentos” por demonstrarem interesse num software de reconhecimento facial chinês – o que, segundo o ensaísta, permitiria que os brasileiros fossem espionados pelo país asiático.

O presidente do PSL, o deputado pernambucano Luciano Bivar, saiu em defesa dos colegas que estavam na missão chinesa.

Sem se exaltar, reclamou das “pedras que estavam sendo atiradas nos colegas” e disse que as “pessoas estavam cegas.”

"Carlos Bolsonaro contratou funcionária fantasma na Câmara do Rio, diz jornal"



Empregou uma funcionária fantasma em seu gabinete da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Segundo o jornal, Nadir Barbosa Goes, de 70 anos, constava da lista de assessores de Carlos até janeiro, quando foi exonerada. Mas, em entrevista à Folha, ela disse nunca ter trabalhado para o vereador. Nadir mora em Magé, município a 50 km do Rio, e ganhava R$ 4.271 mensais na Câmara.
A reportagem do jornal procurou a ex-funcionária, que pouco falou sobre o cargo que ganhou na Câmara. Ela apenas afirmou que nunca trabalhou para o filho do presidente. E sugeriu: "Fala com o vereador que eu não sei de nada"."


Entenda as investigações sobre candidatos-laranja

PSL é suspeito de lançar candidaturas de fachada para desviar dinheiro do fundo eleitoral. Representantes do partido negam irregularidades.


O Ministério Público e a Polícia Federal investigam a existência de um esquema de candidaturas-laranja no PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro. Mulheres disseram que receberam propostas para se candidatar e repassar parte da verba recebida do fundo eleitoral.


Nesta segunda-feira (29), uma operação fez buscas em gráficas e na sede do PSL em Minas Gerais, o diretório que concentra o maior número de denúncias e que foi presidido pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.


Entenda, a seguir, o que são as candidaturas-laranja, que são os alvos e testemunhas das investigações e o que dizem os membros do PSL.

O que é a candidatura-laranja


O candidato-laranja é o candidato de fachada: aquele que entra na eleição sem a intenção de concorrer de fato, com objetivos que podem ser irregulares, como desviar dinheiro do fundo eleitoral.


Um levantamento feito pelo Jornal Nacional identificou 51 casos de candidatos supostamente laranjas nas eleições de 2018. Eles concorreram por 18 partidos, em 18 estados. A maioria deles são mulheres. Uma possível causa para isso é que o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados a candidaturas femininas.


Principais personagens do caso



Marcelo Álvaro Antônio (PSL), atual ministro do Turismo e ex-presidente do PSL em MG, diretório alvo de investigação. Nesta segunda-feira (29), a PF fez buscas no local.




Gustavo Bebianno (PSL), foi presidente do partido e foi demitido da Secretaria Geral da Presidência após denúncias sobre candidaturas-laranja


Adriana Maria Moreira Borges, ex-candidata a deputada federal do PSL-MG que disse ter recebido proposta para repassar verba do fundo eleitoral


Zuleide de Oliveira, ex-candidata a deputada estadual pelo PSL-MG que acusou o ministro do Turismo de organizar sua candidatura apenas para desviar recursos


Cleuzenir Barbosa, ex-candidata a deputada estadual pelo PSL-MG, disse que o ministro do Turismo sabia do esquema de desvios no partido


Maria de Lourdes Paixão, ex-candidata a deputada federal por Pernambuco que gastou R$ 400 mil para obter pouco mais de 200 votos


Primeiras denúncias em MG


Os primeiros casos foram revelado em 4 de fevereiro, pelo jornal "Folha de S.Paulo". Segundo a reportagem, o ministro do Turismo do governo Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), teria coordenado um esquema de quatro candidaturas de laranjas em Minas Gerais. Durante as eleições de 2018, ele era o presidente do PSL no estado.


O jornal diz que o PSL repassou R$ 279 mil a quatro candidatas que tiveram desempenho insignificante.


Caso em PE


Em 10 de fevereiro, surgiu outra denúncia: o PSL repassou R$ 400 mil a uma candidata a deputada federal em Pernambuco que teve 274 votos. Segundo o Ministério Público, isso seria indício de uma candidatura de fachada. O jornal diz que Maria de Lourdes Paixão se tornou candidata por iniciativa do grupo do atual presidente do PSL, Luciano Bivar.


O repasse teria acontecido no período em que Gustavo Bebianno era o presidente do PSL. A denúncia abriu uma crise entre Bolsonaro e Bebianno, que ocupava então a Secretaria Geral da Presidência. O ministro foi demitido em 18 de fevereiro. Bebianno havia sido um dos principais articuladores da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência.


Lourdes Paixão comprou 5 milhões de santinhos e mais de 1 milhão de adesivos nas 48 horas que antecederam as eleições de 2018. Após o depoimento dela à Polícia Federal, em 20 de fevereiro, seu advogado disse que a campanha dela ficou comprometida por problemas pessoais. "A mãe dela se internou, e perto da campanha ficou em home care na casa dela. E logo depois da campanha, a mãe faleceu. Isso desestimulou", disse o advogado Ademar Rigueira.


Relatos de ex-candidatas


Adriana Maria Moreira Borges




A ex-candidata a deputada federal do PSL-MG disse que recebeu a proposta de repassar R$ 90 mil dos R$ 100 mil recebidos do fundo eleitoral. Ela teria que fazer cheques em branco para pagar despesas de outros candidatos.


Ouvida pelo Ministério Público na condição de testemunha, ela conta que a proposta foi feita por Roberto Silva Soares, à época assessor parlamentar de Álvaro Antônio, então deputado federal. Hoje, Soares é secretário-geral do PSL em Minas Gerais. Em nota, ele negou as acusações e disse ainda que irá processá-la por falsas acusações.


Adriana disse, no mesmo depoimento, que não aceitou as condições e que acabou recebendo do partido R$ 4 mil.


Zuleide de Oliveira




A ex-candidata a deputada estadual por MG acusa o ministro do Turismo de ter feito a ela a proposta de receber R$ 60 mil e devolver R$ 45 mil. Segundo ela, o ministro teria organizado sua candidatura para que ela pudesse devolver verbas ao partido. "Eu acho que eles me usaram", diz.


Ela entregou ao Jornal Nacional cópias de mensagens de celular trocadas com um integrante do PSL de Minas Gerais. Numa mensagem, por exemplo, ele informa a documentação para abertura de conta de campanha e que seriam necessárias três contas.


Zuleide confirmou que não chegou a receber o dinheiro. Ela teve a candidatura indeferida e não disputou a eleição, porque tinha uma condenação na Justiça por causa de uma briga.


Cleuzenir Barbosa (PSL)




Ex-candidata a deputada estadual em Minas Gerais, Cleuzenir Barbosa declarou ao "Jornal Nacional" que assessores do ministro do Turismo – Raissander de Paula e o Roberto Soares – pediram que ela transferisse para empresas dinheiro público de campanha. Ela disse que um desses pedidos foi para o repasse de R$ 30 mil para uma gráfica.


Em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo", Cleuzenir afirmou que o ministro do Turismo sabia do esquema para PSL para lavar dinheiro. Ela estava em Lisboa e disse que foi para lá porque se sente ameaçada. A mulher confirmou as acusações ao repórter Leonardo Monteiro, da TV Globo.





"Temeroso"

Preso, Temer é alvo de dez investigações. Veja todas as acusações contra o ex-presidente



Segundo ex-presidente da República preso por corrupção no Brasil, Michel Temer passou a noite em uma sala especial na sede da Polícia Federal do Rio de Janeiro após ter a prisão preventiva cumprida pela força-tarefa da Lava Jato a mando do juiz Marcelo Bretas na manhã dessa quinta (21).

A prisão, porém, não é o único motivo de preocupação para Temer. O ex-presidente é alvo de dez investigações, acusado pelo Ministério Público Federal de receber propina há 40 anos. As denúncias vão de desvios na construção de fóruns, no setor de energia, de portos e até de compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, também do MDB, preso em Curitiba há dois anos (veja abaixo todos os inquéritos aos quais o ex-presidente responde).

Temer é acusado de liderar uma organização criminosa,  que recebeu, em pagamentos efetivados ou promessas de propina pelos próximos 30 anos, um total de R$ 1,8 bilhão de 16 esquemas de corrupção. No pedido de prisão, Bretas fala em envolvimento em licitações irregulares e contratos superfaturados, lavagem de dinheiro e recebimento de vantagens indevidas no Brasil e no exterior.
Em nota, o advogado Eduardo Carnelós disse que não há provas da participação do ex-presidente nas acusações. "Resta evidente a total falta de fundamento para a prisão decretada, a qual serve apenas à exibição do ex-presidente como troféu aos que, a pretexto de combater a corrupção, escarnecem das regras básicas inscritas na Constituição da República e na legislação ordinária", diz o comunicado.
Para Carnelós, a prisão está baseada apenas em depoimento de um delator sem comprovação. "Os fatos objeto da investigação foram relatados por delator, e remontam ao longínquo 1° semestre de 2014. Dos termos da própria decisão que determinou a prisão, extrai-se a inexistência de nenhum elemento de prova comprobatório da palavra do delator, sendo certo que este próprio nada apresentou que pudesse autorizar a ingerência de Temer naqueles fatos", destacou o advogado, que também falou que a prisão é um dos "mais graves atentados ao Estado Democrático e de Direito no Brasil".
VEJA OS PROCESSOS AOS QUAIS O EX-PRESIDENTE RESPONDE:
1 - Propina de R$ 1 milhão da Engevix
A acusação que motivou a prisão de Temer e se baseia na delação premiada do dono da construtora Engevix, José Antunes Sobrinho. Segundo o empresário, o ex-presidente sabia do pagamento de R$ 1 milhão em propina para a construção de um projeto da usina Angra 3. Os pagamentos ocorreram a pedido do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de décadas de Michel Temer. 
2 - Reforma para filha
Enviado à Justiça de São Paulo, o inquérito que analisa suposto crime de lavagem de dinheiro na reforma de um imóvel da filha de Temer, Maristela, investiga se a obra foi custeada pela Argeplan. A suspeita é de que o custo teria girado em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões e de que o dinheiro teria sido entregue por dois funcionários do grupo J&F ao coronel Lima, amigo de décadas do ex-presidente, também preso ontem.
“Pelas provas colhidas, Maristela Temer agiu com consciência e vontade de mascarar a origem dos recursos empregados nas obras da reforma de sua residência, haja vista que existem recibos em seu nome de serviços que não foram por ela custeados”, afirma a denúncia.
3 - Superfaturamento para construção de fóruns 
Há indícios de superfaturamento na contratação da Argeplan/Concremat pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por serviços de arquitetura e engenharia para realização de projetos e construção de 36 novos fóruns paulistas num valor de cerca de R$ 100 milhões. Ao colocar Michel Temer na posição de proprietário da Argeplanl, a PGR avalia que ele teria usado o cargo de então presidente da República para influenciar o esquema. O está na Justiça Federal de São Paulo.
4 - Contrato fictício no porto de Santos
São suspeitas narradas pelo delator Flávio Calazans e pela auditoria interna da empresa Pérola S/A sobre um possível contrato fictício de prestação de serviço no valor de R$ 375 mil no porto de Santos.  Calazans disse que seu escritório serviu como centro de lavagem de dinheiro para Milton Lyra, apontado como operador do MDB.
Na delação, Calazans contou que se reuniu com um intermediário de Lyra em meados de 2014, quando foram acertadas as operações e que elaborou minutas de contratos com empresas do setor de portos, os quais eram fictícios, mas serviriam para dar suporte aos recebimentos.
5 - Contrato irregular da Argeplan com a Fibria Celulose 
Também na Justiça Federal de São Paulo, o caso de suspeitas de contrato irregular entre a Argeplan Arquitetura e Engenharia e a empresa Fibria Celulose S/A, com valores em torno de R$ 15,5 milhões.
6 - Odebrecht
O delator Cláudio Melo Filho, ex-vice presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, disse que foi acertado, em um jantar no Palácio do Jaburu, em 2014, o pagamento de propina de R$ 10 milhões ao MDB. A negociação foi conduzida por Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha, segundo ele.
De acordo com o executivo, as doações eram feitas periodicamente e objetivavam a aprovação de medidas de interesse da Odebrecht no Congresso, numa espécie de "contrapartida institucional entre público e privado".
7 - Decreto dos Portos
O favorecimento de empresas na edição do decreto sobre o setor portuário, que ficou conhecido como inquérito dos portos, está na Justiça Federal de Brasília. A PGR denunciou Temer por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a partir da delação de executivos do grupo J&F que afirmaram terem efetuado pagamento de propina a Temer, ao ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures e a outros políticos. As movimentações, segundo as investigações, passam de R$ 32 milhões.
8 - Mala de dinheiro de Rocha Loures
A primeira denúncia contra Temer foi formulada em junho de 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A acusação por corrupção passiva está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS e de áudios da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março de 2017, no Palácio do Jaburu.
O caso ficou conhecido pela mala que o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) carregou, com R$ 500 mil, entregues pelo executivo do grupo J&F Ricardo Saud. Para o Ministério Público, Temer usou Rocha Loures para receber vantagens indevidas. O ex-presidente nega as acusações.
9 - Quadrilhão do MDB
Esse é o caso da segunda denúncia contra Temer, apresentada por Rodrigo Janot em setembro de 2017. Na ação, Temer é acusado de praticar os crimes de tentativa de obstrução à Justiça e de organização criminosa junto a integrantes do chamado "quadrilhão do MDB na Câmara".
A organização criminosa, de acordo com o Ministério Público, seria formada também por Eliseu Padilha, Moreira Franco e Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, o ex-deputado Henrique Eduardo Alves, e Rodrigo Rocha Loures. Estima-se que os valores de propina recebidos pelo grupo ultrapassaram R$ 587 milhões.
No crime de tentativa de obstrução à Justiça, Temer é acusado junto ao empresário Joesley Batista e ao ex-executivo Ricardo Saud, com base na suposta tentativa do ex-presidente em tentar evitar a assinatura de acordos de colaboração premiada de Lúcio Funaro e Eduardo Cunha com a PGR. Na denúncia, Janot afirma que Temer passou a liderar o núcleo político do "quadrilhão do MDB" tão logo assumiu a Presidência, em maio de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff.
10 - Tentativa de silenciar Eduardo Cunha
Também é investigada a tentativa de comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), hoje preso em Curitiba, e do operador do MDB Lúcio Funaro. A gravação feita por Joesley Batista, da JBS, mostra um diálogo em que o ex-presidente aborda o tema em um encontro no Palácio do Jaburu em março de 2017. Batista disse a Temer que estava dando a Cunha e a Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão, a que Temer respondeu: "Tem que manter isso, viu?".

Lula: os 5 processos que tem pela frente

  1. Recebeu como vantagem indevida pela Odebrecht um terreno onde supostamente seria instalado o Instituto Lula, além de um apartamento vizinho ao que ele vivia em São Bernardo do Campo. (Concluso para sentença desde 05/11/18).

2. Tráfico de influência na compra de caças suecos. Lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de influência.  Também é investigado pela prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio da MP (medida provisória) 627. Luís Cláudio, um dos filhos do ex-presidente, também é réu no processo. Está na 10ª Vara Federal de Brasília, pela Operação Zelotes. Aguardando novos depoimentos de Nelson Jobim e Palocci por pronunciarem versões contraditórias.

3. Edição da MP 471. Favorecimento para empresas do setor automotivo. Em troca, o petista teria recebido propina. A MP prorrogou incentivos fiscais para montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Está na 10ª Vara Federal de Brasília, pela Operação Zelotes. Em março, serão ouvidas testemunhas, como Dilma, Jaques Wagner e Palocci.

4. Empréstimos do BNDES e Odebrecht em Angola. É acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa por supostamente ter auxiliado a Odebrecht ao favorecer a liberação de empréstimos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para financiamento de obras da empreiteira em Angola. De acordo com o MPF, os crimes teriam ocorrido de 2008 a 2015. Está na 10ª Vara Federal de Brasília, pela Operação Janus. Devido a petições de ambas as partes, não há data para decisão.

5. Lavagem de dinheiro via Instituto Lula. Nesta ação, que tramita em São Paulo, Lula é acusado de ter recebido R$ 1 milhão como contrapartida a supostas interferências em decisões do ditador Teodoro Obiang, da Guiné Equatorial, que teriam beneficiado os negócios do grupo brasileiro ARG no país. O valor, segundo o MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo, foi dissimulado como uma doação ao Instituto Lula. 2ª Vara Federal de São Paulo. Em andamento desde 14 de dezembro.




Dr Enéas O entreguismo do país

Verdade elementar de tudo:

Os entreguistas, os vendilhões da Pátria, os gananciosos, os corruptos, os ignorantes, estão entregando todo o patrimônio nacional ao capital estrangeiro, e a preço de banana.

Então, este produto sai daqui e retorna em produtos muito mais caros e o que mais nefasto para a população, vendido aos brasileiros, donos de tudo, de duas a três vezes do seu valor real.

É fato comprovado, o brasileiro é um povo explorado, assaltado e conduzido à miséria aparente.





ASSALTANTES, VENDILHÕES DO BRASIL

UMA CORJA QUE ASSALTA O BRASIL,
QUE ENTREGAM TUDO AOS ESTRANGEIROS A PREÇO DE BANANA,
QUE ENRIQUECE FABULOSAMENTE COM O PATRIMÔNIO PÚBLICO, DE TODOS NÓS,
QUE LUCRAM R$ TRILHÕES TODOS OS ANOS
E QUE COLOCAM A TODOS OS DEMAIS EM UM SITUAÇÃO DE 'MISÉRIA APARENTE',
DE CAOS SOCIAL E DE EXPLORAÇÃO.

TODO CIDADÃO BRASILEIRO PRECISAVA ENTENDER ISSO,
ACORDAR, SE LEVANTAR,
MAS É GADO DOMESTICADO, HIPÓCRITA SORRIDENTE COM A SUA ESCRAVIZAÇÃO

A CASA CAIU




Coaf aponta pagamento de título de R$ 1 milhão por Flávio Bolsonaro
O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em seu relatório sobre movimentações atípicas na conta de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), identificou um pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa Econômica Federal.
Após o Coaf identificar movimentações suspeitas na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu um novo relatório ao órgão, dessa vez sobre o filho de Bolsonaro.

O novo relatório aponta que Flávio, hoje deputado estadual e eleito senador, recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro entre junho e julho de 2017. Os 48 depósitos em espécie foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj sempre no valor de R$ 2.000.
Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a reclamação de violação do sigilo bancário não encontra respaldo na lei e na jurisprudência brasileira. A lei brasileira permite a comunicação entre o Ministério Público e o Coaf, e questionamentos similares ao de Flávio foram rejeitados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo STF (Supremo Tribunal Federal).